quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Calçadas de BH: revitalização na região Leste



Em Belo Horizonte, várias áreas foram revitalizadas recentemente ou estão em obras de modernização. Problemas como obstáculos, irregularidades e falta de iluminação persistem, no entanto, nos passeios públicos da capital mineira, mesmo em locais que já passaram por obras de melhorias.

Alguns dos destaques positivos é a Savassi: Entorno da praça da Savassi, avenidas do Contorno, Getúlio Vargas e Cristovão Colombo, até a praça da Liberdade: A praça da Savassi está em reforma; nos arredores, principalmente na avenida Getúlio Vargas, há irregularidades no piso, com muitos obstáculos, iluminação precária e sinalização deficitária. Ponto forte é a largura das calçadas, que facilita o fluxo de pedestres.



Agora com a determinação do nosso candidato, Alan têm um projeto que ampliará a calçada fechando a frente do Bar do Orlando para veículos, juntamente com o tombamento que foi aprovado como Patrimônio Cultural da Cidade.


Vote ALAN 31.123 para vereador.



Acesse e saiba mais sobre o candidato:

quinta-feira, 2 de agosto de 2012


Licitação para acabar com a feira:


A prefeitura tinha a intenção de tirar mais da metade dos atuais expositores e levar a feira para o Barro Preto. Veja o vídeo da decisão judicial que barrou a licitação, preste atenção no que dizem os juízes. 
Nesse mês de Julho a Prefeitura recorreu ao STJ em Brasília e disse no processo judicial que vai concluir a licitação, tirando o trabalho dos atuais expositores.
Por isso pedimos o seu apoio para salvar a feira das garras dessa atual administração, temos que eleger o nosso candidato a vereador, contamos com você que assinou o abaixo assinado para o tombamento da feira como Patrimônio Cultural e você que sempre nos visita e que pode também nos apoia.
VOTE ALAN 31.123 para defender a nossa feira!
Visite também o nosso site e veja o tanto que ele já fez por nós e pela cidade e conheça os projetos e idéias para renovar a câmara e mudar a cidade.


quinta-feira, 19 de julho de 2012

INFORMATIVO


Gostaríamos de informar que no dia 18/07/2012 mais uma conquista foi concretizada pelo coletivo Bloco dos Pescadores de Santa Teresa!

Temos o prazer de comunicar que, através da nossa iniciativa e apresentação junto ao conselho do Patrimônio Histórico de Belo Horizonte e por unanimidade dos seus conselheiros, foi aprovado o requerimento  que promoveu o tombamento do BAR DO ORLANDO como Patrimônio Cultural Da Cidade.


Essa é uma das iniciativas coordenada pelo nosso candidato a vereador ALAN.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

TODOS POR BELO HORIZONTE!!!


Meu nome é Alan Vinicius, sou ativista do Movimento Cultural de Belo Horizonte, do Movimento pela Democratização dos Meios de Comunicação, artista, artesão, expositor e comunicador das mídias populares.

Sou coordenador da Associação dos expositores da Feira da Avenida Afonso Pena (ASSEAP) e um dos idealizadores do Mercado das Borboletas, espaço cultural, de feiras e eventos dentro do Mercado Novo. 

Vamos juntos, de mãos dadas, iniciar mais uma caminhada para abrir as portas de um novo tempo, uma nova Minas, livre de especulação destrutiva que sombreia nosso futuro.

A vida é feita pra se viver!!!



quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Para homenagear um dos cartões postais da cidade, alunos do curso de jornalismo, do Centro Universitário Newton Paiva, produziram um Radiodocumentário sobre a feira.

http://www.youtube.com/watch?v=AFSupFvQzlM&feature=fvsr

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

João Paulo
Estado de Minas – 31/12/2011

Se fim de ano é época de avaliação, a semana passada se encarregou de sintetizar a concepção de democracia da Prefeitura de Belo Horizonte, sobretudo na área da cultura. No dia 22, durante a posse do Conselho Municipal de Cultura, o prefeito Marcio Lacerda mandou retirar do recinto o conselheiro eleito Alan Vinicius. O cidadão protestava, ecoando o movimento “Fora Lacerda”, contra o que chamou de “higienização” da administração municipal. Em vez de argumentos, o alcaide redarguiu com a força e convocou os seguranças. Alan foi retirado e só voltou para a posse – razão de ser da solenidade – porque era um dos eleitos ao cargo de conselheiro.

Há muitos fios carregados de tensão e desencapados nesse episódio. Em primeiro lugar, e talvez o mais grave de todos, está a concepção de democracia por trás do ato da autoridade municipal. Em discurso, Marcio Lacerda ainda tentou recuperar a racionalidade de sua atitude, propondo que a oposição tinha dois caminhos: pedir seu impeachment ou ganhar as eleições. Em outras palavras, a gramática de protesto do prefeito se resume a duas flexões, ambas marcadas pela posse do poder. Quem tem o poder fala, quem não tem ouve. O ato democrático de inspiração popular se exaure na eleição, a partir daí o poder se torna absoluto.

Seria ingênuo se não fosse perigoso. O que se viu na reunião, da parte das autoridades presentes, foi uma negação do direito de protesto em nome de certa etiqueta civil. Muitos falaram em respeito às regras (em outras palavras, ficar calado) como base da democracia, esquecendo que a liberdade não apenas vem antes como fundamenta todo o jogo. E, o mais importante, o uso da palavra não é prerrogativa do poder, mas instrumento necessário para sua limitação. Ao apontar como único espaço para a discordância as instâncias do Legislativo, o prefeito deixava entrever ainda a armadilha que vem sendo criada contra a democracia direta num cenário em que arranjos e coalizões criam uma barreira em relação ao descontentamento popular. O aumento dos salários dos vereadores, como se viu recentemente, é apenas um pálido sinal da paga pela obediência. O chumbo grosso não passa nem mesmo pelo plenário.

PORTAS FECHADAS O segundo elemento que merece atenção é o fato de que toda essa confusão ocorreu exatamente no momento em que se dava posse a um órgão surgido da demanda por mais participação direta na gestão da cultura do município. O Conselho Municipal de Cultura, que tem caráter deliberativo, foi das últimas instâncias a ter sua atuação regulamentada em BH, mesmo estando presente em todas as deliberações e conferências do setor nos últimos 10 anos. Enquanto os conselhos de educação, saúde e assistência social já são realidade há muito tempo, só agora a regulamentação permitiu a efetiva criação do conselho de cultura. É sintomático que a posse de um órgão com representação popular expressiva seja saudada com manifestações de violência contra a liberdade de opinião. Tudo leva a crer que se apostava num conselho mudo, submisso e satisfeito em integrar o cronograma. O que é uma ilusão tão recorrente em quem “aceita” os conselhos como insciente da capacidade e da autonomia da mobilização popular.

A demora na instalação do conselho não foi casual. O setor vem sofrendo processo de esvaziamento durante a atual administração, com ameaças que quase se cumpriram de cancelar eventos com história na cidade, como o Festival Internacional de Teatro e o Festival de Arte Negra, que só foram levados adiante em razão da mobilização da categoria artística e, em seguida, de vários setores da sociedade.

O mesmo pode ser dito sobre a tentativa de manietar as manifestações em praças e espaços públicos, pretensamente em nome da segurança e do patrimônio, mas que na verdade atendia a interesses localizados de instituições privadas e até mesmo de certo preconceito de culto, nitidamente localizado nas religiões populares. O mesmo se viu com a tentativa segregacionista de circunscrever as manifestações de periferia na periferia, como se a cidade tivesse sido loteada a partir das classes sociais.

CONSERVADORISMO O terceiro aspecto envolvido no quiproquó – depois da concepção autoritária de democracia e da visão preconceituosa de participação popular – é a forma de conceber a cultura propriamente dita. Tem ficado nítido que não é área de eleição da administração municipal. Além de ser setor antípoda da visão empresarial da coisa pública que fundamenta a atual gestão, foi na cultura que se ergueu o principal anteparo crítico (legítimo) às pretensões (legítimas) de continuidade do projeto político em andamento. Além de desprestigiada, a cultura tem sido vista apenas como manifestação artística ou realização de eventos, sem preocupação com a dimensão de cidadania cultural que tem feito parte de vários projetos em todo o mundo.

Mais que pensar o lado externo da cultura, há hoje um movimento mundial pela ampliação de seu potencial interno, ou seja, da capacidade de produzir e distribuir cultura, que vai muito além das manifestações hegemônicas de mercado ou dos centros tradicionais de difusão. O papel do poder público, como agente político de aglutinação e financiamento, precisa romper o ciclo da continuidade para permitir a experimentação, a inovação, a livre circulação de ideias, a regionalização, o fortalecimento dos coletivos e a viabilização técnica dos produtores.

A mesma lógica de primazia do espetacular e do cânone conservador ganha eco na concepção de cultura do estado, com seu equivocado projeto de circuito cultural centralizador, submisso aos interesses empresariais, distante da regulação pública e interditado à participação popular. Nesse aspecto se entende a razão da aliança entre os dois níveis de governo nas duas últimas eleições para a prefeitura e o governo do estado: pelo menos em matéria de cultura, eles pensam igual. E pensam mal.

BOM COMEÇO O novo Conselho Municipal de Cultura tem muitas tarefas pela frente. Sua composição paritária (metade indicada pelo governo, metade pela sociedade civil) mescla representantes das regionais com atores do movimento cultural, que deverão se unir em propostas a serem negociadas com os indicados pelo Executivo municipal. Geralmente, os conselhos se concentram na crítica dos rumos das políticas setoriais, mas podem avançar para a formulação de novos modelos de gestão, para a transferência de recursos e para a democratização do setor.

A crítica aos conselhos quase sempre parte dos que têm alergia a povo e a política, apontando nas instâncias de participação o vício de muitas reuniões e poucas atitudes. Num cenário como o da cultura em Belo Horizonte, a primeira tarefa vai ser organizar o conselho para dar conta da terra arrasada que vai encontrar em termos de políticas públicas. Nessa hora, sua maior arma vai ser mesmo a capacidade de fazer política, ainda que o prefeito não goste. E é por iniciar fazendo política (o protesto e a palavra são instrumentos clássicos) que o Conselho Municipal de Cultura começou bem. Graças ao Alan.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O Prefeito de Belo Horizonte, Senhor Marcio de Lacerda, ainda não se manifestou em relação aos projetos protocolados pela Asseap, junto a Regional Centro Sul. Estão na prefeitura os seguintes projetos: aplicação do layout com as barracas patrocinadas em blocos de 4 em 4. Também protocolamos o  projeto Centro, Lazer e Cultura,. Esse projeto inédito visa interligar a feira e vários espaços culturais, cinemas, teatros, praças, parques e teatros da cidade, criando aos domingos, no centro da cidade, um grande complexo cultural e turístico capaz de oferecer enumeras oportunidades de lazer e compras. Esperamos ainda nessa semana, apresentar alguma reposta que por ventura o poder publico municipal tenha repassado.